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Unicamp abre área de 7,7 hectares para testes de tecnologias agrícolas

A Unicamp disponibilizou uma área de 7,7 hectares para testes de tecnologias agrícolas em condições reais. O espaço poderá ser utilizado por empresas, startups e instituições interessadas em desenvolver projetos de pesquisa e inovação voltados ao agronegócio.

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) passou a disponibilizar uma área de 7,7 hectares para testes de tecnologias agrícolas em condições reais.

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O espaço integra o Parque Científico e Tecnológico da universidade e foi destinado a empresas, startups, instituições públicas e outras organizações que desenvolvem soluções para o agronegócio.

A estrutura conta com suporte laboratorial e administrativo para projetos de pesquisa e inovação.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, administrado pela Agência de Inovação Inova Unicamp, e o Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas, o CPQBA.

Espaço para pesquisa e inovação

As propostas podem ser apresentadas a qualquer momento por meio de um edital de fluxo contínuo.

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Os projetos serão avaliados por uma comissão considerando critérios como viabilidade técnica e econômica, potencial de inovação, capacidade financeira do proponente e sustentabilidade ambiental.

A integração do CPQBA amplia a atuação do ecossistema de inovação da universidade no setor agrícola, permitindo que empresas e instituições tenham acesso a áreas experimentais e infraestrutura para desenvolver projetos em condições reais de campo.

O CPQBA atua em pesquisas relacionadas à agricultura, biotecnologia e química aplicada.

Empresas e startups poderão testar soluções

Com a nova estrutura, empresas, startups e instituições poderão desenvolver e testar tecnologias agrícolas em ambiente experimental.

A proposta aproxima a pesquisa científica das necessidades do setor produtivo, permitindo a realização de projetos que dependem de condições reais de campo.

A iniciativa também amplia o espaço para desenvolvimento de soluções voltadas à agricultura e à inovação no agronegócio.

Prazo pode chegar a 120 meses

O período de permanência na área experimental varia conforme as características de cada projeto.

O contrato inicial pode ser prorrogado por até 60 meses, enquanto o período total de permanência pode chegar a 120 meses, desde que exista interesse entre as partes.

O edital também estabelece critérios relacionados à sustentabilidade ambiental.

Entre as regras está a proibição do uso de defensivos agrícolas sintéticos nos projetos desenvolvidos na área experimental da Unicamp.

A nova estrutura amplia a possibilidade de realização de pesquisas e testes de tecnologias agrícolas em condições reais, aproximando universidades, empresas, startups e instituições do desenvolvimento de soluções para o setor.