Você Roda O Dia Todo De Moto… Mas Não Recebe Periculosidade?

Você Roda O Dia Todo De Moto… Mas Não Recebe Periculosidade?
Uso frequente de motocicleta no trabalho garante adicional de periculosidade de 30%.

João acorda cedo, pega a moto e sai para mais um dia de trabalho.

Entrega de manhã, cobrança à tarde, visita a clientes no fim do dia.

Chuva, trânsito pesado, risco constante.

Mas no contracheque… nada além do salário básico.

Essa realidade mudou.

A partir de 3 de abril de 2026, quem trabalha com motocicleta de forma habitual em vias públicas tem direito ao adicional de periculosidade de 30% sobre o salário-base.

E aqui está o ponto que muitos ainda não perceberam:

Não importa se você é “entregador”, “técnico”, “vendedor externo” ou “faz um pouco de tudo”.

Se a moto faz parte da sua rotina de trabalho, o risco existe — e o direito também.

João, por exemplo, não se via como motoboy.

Mas usava a moto todos os dias porque a empresa exigia.

Resultado?

Mesmo sem registro correto da função, ele passou a ter direito ao adicional.

E mais: esse valor não fica só no salário.

Ele impacta férias, 13º, FGTS e até a rescisão.

Agora vem o alerta:

Muitas empresas ainda não estão pagando esse adicional.

E algumas sequer informam o trabalhador sobre esse direito.

Outro detalhe importante:

Mesmo sem laudo técnico, a Justiça pode reconhecer o direito se houver prova de uso habitual da moto — como mensagens, ordens de serviço ou testemunhas.

Pense nisso:

Quantos dias você já rodou sob risco sem receber nada por isso?

Quanto esse valor já poderia ter aumentado sua renda ao longo dos meses?

Às vezes, o direito existe…
mas só aparece para quem decide olhar de perto.

Informação protege.

E orientação certa pode fazer toda a diferença.

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Redação Portal PaNoRaMa

O Portal PaNoRaMa um dos pioneiros na área de cobertura de eventos e notícias de Jataí - Goiás, lançando uma forma única de trabalho e divulgação.

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