5 dicas para não cair em fraudes bancárias e de cartões de crédito

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Segundo dados da Serasa Experian, em 2013, o Brasil teve um prejuízo causado por fraudes no valor de R$ 2,3 bilhões, sendo cerca de R$ 500 milhões em e-commerce e mais R$ 600 milhões em operações bancárias.

Atualmente o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de golpes com cartão de crédito, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, do México, dos Emirados Árabes e do Reino Unido.

Para o consumidor fugir dessas armadilhas é importante ficar atento e bem informado em algumas questões, portanto confira a seguir, cinco dicas para não cair em fraudes bancárias e de cartões de crédito:

1 – Senhas

Jamais informe suas senhas bancárias em páginas que não sejam de seu banco. As instituições prezam pela segurança de acesso ao ambiente de internet banking. Se notar qualquer divergência no procedimento de acesso a este espaço, é muito provável que seja um site fraudulento, ou seja, que esteja imitando o de seu banco para pegar seus dados. Para evitar dúvidas, somente acesse o seu banco digitando a URL, nunca através de um hyperlink.

2 – E-mails

Ao receber e-mails de promoção de lojas desconhecidas, evite abrir ou pelo menos fazer o download das imagens contidas no arquivo, pois podem conter vírus. Se a loja for famosa, por exemplo: www.LojaA.com.br, ao clicar no e-mail marketing, confira se foi redirecionado para o domínio exato e não para um domínio semelhante, por exemplo: www.lojaAa.com.br. O mesmo acontece também com sites de bancos. Essas imitações de sites de empresas conhecidas são destinadas a roubar dados de cadastro e pagamento.

3 – Sites certificados

Só compre em lojas que tenham um certificado digital (cadeado exibido ao lado do endereço da loja e URL com https). Esse cadeado deve aparecer em todas as páginas contendo dados pessoais seus, de cadastro e pagamento.

4 – Pagamentos

Na etapa do pagamento, se for usar o cartão de crédito ou débito, compre apenas em lojas ou facilitadores com a certificação PCI DSS. Esta norma internacional estabelece as melhores práticas ditadas pela indústria de cartões de pagamento. Elas funcionam como uma garantia para o consumidor de que seus dados de cartão serão comunicados pela internet às operadoras em conexões seguras.

Vale ressaltar que, para viabilizar o pagamento em um clique ou pagamentos recorrentes (assinaturas), as lojas devem armazenar os seus dados de cartão e para isto, é imprescindível a certificação da loja à norma PCI DSS. Na prática, as lojas terceirizam a tarefa de assegurar as comunicações de dados do cartão e eventualmente o armazenamento de dados a empresas especializadas: os gateways de pagamento online. A intervenção do gateway é transparente para o consumidor, mas são eles que proporcionam às lojas, soluções para administrar dados de cartão com segurança e exibir o logotipo PCI DSS nas suas páginas de pagamento.

5 – 3D Secure

O pagamento 3D Secure é o tipo de pagamento mais seguro para cartão de crédito. Popular na Europa, onde representa até 36% das transações (Grã Bretanha), requer que a loja tenha se cadastrado da Visa e/ou na Mastercard, que avaliam a segurança da loja para liberar o cadastro.

Do lado do comprador, para concluir o pagamento, após digitar os dados de seu cartão, o consumidor é redirecionado para seu ambiente do banco para se autenticar através de uma resposta em forma de token recebido por SMS ou aplicativo de smartphone. Assim, só o verdadeiro portador do cartão conseguirá completar a transação. Caso alguém tenha roubado seus dados de cartão, ele precisará ter roubado junto seu smartphone ou celular para conseguir finalizar a compra. Caso este roubo ocorra, o consumidor deve abrir um boletim de ocorrência e bloquear seu cartão. A modalidade de cobrança por cartão de débito deve ganhar muito espaço nos próximos anos, ao substituir o boleto, trazendo segurança e seu cartão. A modalidade de cobrança por cartão de débito deve ganhar muito espaço nos próximos anos, ao substituir o boleto, trazendo segurança e praticidade ao consumidor no pagamento e rapidez no prazo de entrega. Ao contrário do boleto, a verificação do pagamento é realizada on-line e, portanto, o prazo de entrega começa a valer na hora, diferentemente do boleto, no qual o prazo para entrega em vigor apenas quando a loja receber em conta, de um a três dias.

Nayara Borges – Site PaNoRaMa

 

 

 

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