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Volta às aulas movimenta livrarias e papelarias de Jataí

Foto: Vânia Santana
A Trajeton Magazine, está aguardando por você com promoções de até 10% em desconto nas compras à vista, parcela em até 6 x no cartão, sem juros.

Sâmela Raíssa – Jornalismo Portal Panorama

Como sabemos, Janeiro é o mês de voltar às aulas, e as papelarias registram um movimento intenso para a compra dos materiais. Neste período, a expectativa é de crescimento nas vendas do material escolar. Com o aumento nas vendas, aumentou também a contratação de funcionários nas papelarias, segundo Jaqueline Freitas (responsável da Trajeton Magazine, localizada na Rua Carangola, 250 – Setor Frei Domingos) foi necessário à contratação de novos funcionários para dar conta de todas as vendas nesse período.

A Trajeton Magazine, está aguardando por você com promoções de até 10% em desconto nas compras à vista, parcela em até 6 x no cartão, sem juros. Segundo a responsável Jaqueline Freitas, os personagens animados mais procurados em 2019 nos materiais masculinos são Minecraft, Dinossauros e Mcqueen, já os femininos são os da personagem Minnie, Unicórnio e LOL.

É importante ressaltar que os pais precisam estar atentos na hora de comprar os materiais escolares, já que houve algumas alterações na Lei 12.886 /2013 que altera o artigo 1º da Lei 9.870/1999 e proíbe a cobrança, por parte das escolas, de itens coletivos nas listas de material escolar. Os estabelecimentos de ensino não podem mais, cobrar e/ou exigir os pais ou responsáveis que forneçam e paguem pelo material escolar de uso coletivo. Os custos correspondentes a este tipo de material devem ser incluso no valor da anuidade ou semestralidade escolar.

Alguns exemplos de materiais que não mais poderão ser cobrados são: papel higiênico, álcool, flanela e material de limpeza e de escritório. Estes produtos não estão relacionados diretamente ao processo didático-pedagógico e de uso exclusivo do aluno, portanto não devem ser exigidos.

As instituições podem sugerir, mas nunca exigir determinada marca de produtos nem mesmo determinar o local da compra. Os pais devem ter total liberdade para fazer a pesquisa de preços e adquirir os produtos de acordo com seu orçamento doméstico. Levantamento feito pelo órgão de defesa do consumidor demonstrou que, ao optar por marcas de referência, o produto pode encarecer até 215%.

Sâmela Raíssa
Fotos: Vânia Santana
Jornalismo Portal Panorama

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