Operação mira grupo suspeito de lavar dinheiro para facção em Goiás e mais dois estados

Operação mira grupo suspeito de lavar dinheiro para facção em Goiás e mais dois estados

A Polícia Civil de Goiás deflagrou, nesta quarta-feira (10), a 10ª fase da Operação Destroyer com foco no combate a uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro em diferentes regiões do país.

Ao todo, estão sendo cumpridos 20 mandados de prisão temporária e 32 mandados de busca e apreensão em cidades goianas como Águas Lindas de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Caldas Novas, Goiânia e Alto Paraíso, além de ações nos municípios de Uberlândia, em Minas Gerais, e Cruzeiro do Sul, no Paraná.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que lideranças do grupo têm ligação com uma facção criminosa de atuação nacional, responsável por coordenar o comércio ilegal de entorpecentes e movimentar valores obtidos com as atividades ilícitas por meio de um esquema estruturado de lavagem de dinheiro.

O objetivo da operação é atingir não apenas os investigados, mas também o núcleo financeiro da organização, considerado essencial para sustentar e ampliar as atividades criminosas em diferentes estados.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos diversos materiais, incluindo uma pistola semiautomática calibre 9 mm, acompanhada de quatro carregadores, além de porções de drogas e aparelhos eletrônicos.

Todo o material recolhido será encaminhado à Polícia Técnico-Científica, que deve realizar perícias, como exames balísticos e análise de dispositivos eletrônicos, para auxiliar na continuidade das investigações.

A operação é coordenada pelo Grupo Especializado em Repressão a Narcóticos (Genarc) de Águas Lindas de Goiás, vinculado à 17ª Delegacia Regional de Polícia, com apoio de forças de segurança de outros estados.

Até a última atualização desta matéria, não havia confirmação oficial sobre o número de prisões realizadas nem o balanço total das apreensões. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento.

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Gessica Vieira

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