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O cochilo sagrado após o almoço faz mesmo bem a saúde?

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Sim, sua soneca do meio dia faz bem, mas você sabe por quê?

Quem nunca ouviu falar que tirar um cochilo/soneca, puxar uma palha ou outro sinônimo para um curto período de sono após o almoço faz bem a saúde? Errado não está, mas você sabe o por quê?

A qualidade do nosso sono de modo geral, é diretamente ligada a qualidade de vida que se tem, isso pois enquanto dormimos, o organismo é responsável por desempenhar papéis importantíssimos do corpo como o fortalecimento do sistema imunológico, secreção e liberação de hormônios, consolidação da memória, dentre outros fatores que ainda levam estudos para comprovação como a relação de quedas em idosos.

Os distúrbios do sono fazem-se presentes em boa parte da população e prejudicam o desempenho de funções do cotidiano. Frente a isso, o estresse do dia a dia corrido influencia na boa noite de sono, fazendo assim o descanso dos olhos após o almoço o tempinho sagrado para recarregar as energias.

Em países europeus como Espanha, Itália e Portugal a “sesta” ou “siesta“, como chamam o cochilo após o almoço, ainda é um hábito cultural fortemente arraigado. É certo que cochilos regularmente fazem bem, já os esporádicos e longos não, pois atrapalham o sono durante a noite e mostra que o indivíduo está dormindo pouco durante a semana explica Reimão

Mas porquê nos dá sono ao finalizar o almoço?

Para o Dr. Telmo Diniz, isso se dá pelo fato de que quando acabamos de almoçar, há um aumento do fluxo de sangue na região gastrointestinal, cujo reduz o aporte de O2 para o cérebro; aumenta também a produção de ácido clorídrico para a digestão e, por fim, há uma maior quantidade de glicose no cérebro que se transforma em sinal para a saciedade. Todos juntos, causam a redução da atividade cerebral e a sonolência é consequência, ou seja, tudo não passa de uma ação fisiológica do organismo normal.

Na dissertação de Nathália Silva, mestre em psicobiologia, tratou a influência do cochilo na aprendizagem escolar, onde obteve experiência com alunos do Ensino Fundamental e Médio com características do tipo agudo (apenas uma experiência) e crônico (ao longo do semestre). Com a pesquisa, concluiu que os resultados do Cochilo Diurno Agudo preservou memórias recentemente adquiridas após a aula experimental e o Cochilo Diurno Crônico tanto antes quanto após as disciplinas, realçaram o desempenho dos alunos.

Maria Alice
Foto capa: Internet
Jornalismo Portal Panorama
panorama.not.br

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