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Vereador Pastor Luiz Carlos responde acusações do também vereador Marcos Antônio em nome do Conselho de Ética

Foto: Vânia Santana / CMJ
"Ao contrário do que o vereador Marcos Antônio tenta fazer parecer, os processos que correm no Conselho de Ética não envolvem questões pessoais e não têm motivação política", disse o presidente do Conselho de Ética

Na manhã de ontem (25), o vereador Marcos Antônio, investigado pelo Conselho de Ética da Câmara, teceu críticas ao mesmo, que é presidido pelo vereador Pastor Luiz Carlos.

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Leia mais: Vereador Marcos Antônio afirma que nunca foi ouvido e que não há provas contra ele

No entanto, hoje (26), Pastor Luiz Carlos emitiu nota de esclarecimento em nome do Conselho, que foi divulgada pelo radialista Izalter Francisco.

Ele afirmou que em nenhum momento Marcos Antônio teve seu direito de defesa cerceado. E que a negação do testemunho da deputada Flávia Morais se deve a não relação dela com os fatos, e o deslocamento necessário para que isso acontecesse.

“No entendimento do conselho, ela não teria informações relevantes que pudessem contribuir com as investigações desse fato em específico, já que não conviveu e não convive no dia a dia com os servidores e com o próprio vereador em seu gabinete.”

Em nota, o presidente do Conselho também elencou que as oportunidades de manifestação foram devidamente notificadas ao acusado por diversos meios, “apesar das dificuldades de encontrá-lo e das várias vezes que ele e sua família se recusaram e ainda se recusam a assinarem as notificações.”

Ele ainda destacou que não há nenhum interesse de prejudicá-lo, assim como aos outros investigados, por parte dos membros do Conselho de Ética. Assim, Luiz Carlos negou que houve orientações de testemunhas e qualquer tipo de “oposição ferrenha” ao mesmo.

“Ao contrário do que o vereador Marcos Antônio tenta fazer parecer, os processos que correm no Conselho de Ética não envolvem questões pessoais e não têm motivação política, já que a instauração dos processos na Câmara de Vereadores foi provocada pelo Ministério Público.

Além disso, o presidente do Conselho negou que o advogado Heráclito atua dentro dos processos, prestando apenas orientações a seu trabalho.

Sobre o depoimento da ex namorada do filho de Marcos Antônio, ele esclareceu que ela estava em seu direito ao pedir para não depor perante o acusado, mas que, como o advogado do mesmo estava presente e o depoimento foi registrado, não houve prejuízo para a defesa.

Larissa Pedriel
Foto Capa: Vânia Santana/ CMJ
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Redação Portal PaNoRaMa

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