Núcleo de Combate ao Câncer completa 33 anos e reforça importância do apoio da comunidade em Jataí

Núcleo de Combate ao Câncer completa 33 anos e reforça importância do apoio da comunidade em Jataí

O programa PN7 em Pauta, desta segunda-feira (04), recebeu Ana Maria Ferreira Barbosa, presidente do Núcleo de Combate ao Câncer de Jataí, que destacou o trabalho da instituição, os desafios enfrentados e a importância da participação da comunidade para manter o atendimento a centenas de pacientes.

Com mais de três décadas de atuação, o núcleo se consolidou como uma das principais referências de apoio a pacientes oncológicos no município.


🏥 Mais de 10 mil pessoas atendidas em 33 anos

Durante a entrevista, Ana Maria ressaltou a trajetória da instituição, que completa 33 anos em 2026.

Segundo ela, mais de 10 mil pessoas já passaram pelo núcleo ao longo desse período.

Atualmente, cerca de 600 pacientes estão sendo acompanhados em diferentes fases do tratamento.

“Nosso trabalho é de extrema importância para o município. São muitas vitórias ao longo desses anos”, destacou.


💰 Instituição sobrevive exclusivamente de doações

Um dos pontos mais importantes abordados foi o financiamento do núcleo.

De acordo com a presidente, a entidade não recebe verbas públicas diretas e depende totalmente da solidariedade da população.

“O núcleo não existiria sem o apoio da comunidade. Nós sobrevivemos através de doações e eventos”, explicou.

Entre as principais fontes de arrecadação estão:

  • Leilão beneficente anual
  • Venda de produtos artesanais produzidos por voluntárias
  • Doações da população e do comércio local

📅 Leilão solidário acontece no dia 16 de maio

O destaque da entrevista foi o tradicional leilão beneficente, considerado a principal fonte de renda da instituição.

📍 Local: Parque de Exposições de Jataí (Tatersal)
🕚 Horário: A partir das 11h
📆 Data: 16 de maio

O evento contará com:

  • Leilão de gado
  • Produtos doados pelo comércio
  • Itens variados como roupas, eletrodomésticos, doces e artesanato

“Não precisa mexer com fazenda para participar. Tem de tudo. O importante é ir e ajudar”, reforçou Ana Maria.


🤝 Voluntariado é essencial para continuidade do trabalho

A presidente também fez um apelo à população, especialmente aos jovens, para participarem como voluntários.

Segundo ela, o núcleo precisa renovar sua base de colaboradores.

“Nós precisamos da juventude para continuar esse trabalho. Quem quiser ajudar, será bem-vindo”, afirmou.

As atividades incluem:

  • Produção de artesanato
  • Apoio em eventos
  • Atendimento e suporte aos pacientes

🚑 Apoio completo aos pacientes

O núcleo oferece suporte integral aos pacientes com câncer, incluindo:

  • Transporte para tratamento em Goiânia
  • Exames e medicamentos
  • Alimentação especial
  • Cestas básicas
  • Apoio psicológico para pacientes e familiares

Além disso, a instituição atua para acelerar exames quando há demora no sistema público.


⚠️ Diagnóstico precoce aumenta chances de cura

Durante a entrevista, Ana Maria reforçou a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

Segundo ela, quanto antes a doença é identificada, maiores são as chances de sucesso no tratamento.

“Sentiu alguma coisa, procure o médico. Quanto antes tratar, maior a chance de cura”, alertou.

Os tipos de câncer mais comuns na região são:

  • Mulheres: mama e útero
  • Homens: próstata e pele

📈 Demanda crescente preocupa instituição

A presidente também destacou que os casos de câncer têm aumentado ao longo dos anos, o que amplia a necessidade de recursos.

“Infelizmente, a tendência é de aumento. Por isso, a prevenção é fundamental”, afirmou.


🙏 Comunidade é base do funcionamento do núcleo

Mesmo sem financiamento público direto, a instituição segue ativa graças ao apoio da população.

“Se estamos há 33 anos funcionando, é porque a comunidade abraçou o núcleo”, disse.


📢 Como ajudar

Quem quiser contribuir pode:

  • Participar do leilão beneficente
  • Fazer doações
  • Se tornar voluntário
  • Visitar a sede da instituição

“Venha pelo amor, não espere vir pela dor”, concluiu Ana Maria, emocionada.

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Gessica Vieira

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