Não basta usar a cadeirinha: os carros mais e menos seguros para crianças

O uso da cadeirinha para transportar crianças se tornou obrigatório, no Brasil, em 2011. Desde então, segundo as estatísticas da Polícia Federal, houve redução de 40% no número de bebês feridos e mortos em acidentes. Mas o dispositivo não é a única variável considerável quando o assunto é a segurança do público nos automóveis. Listamos os modelos testados pelo Latin NCAP e mostramos quais são os carros mais e menos seguros para crianças.
Na lista, só estão presentes os modelos vendidos no Brasil que foram submetidos aos novos parâmetros da instituição. Antigamente não havia, por exemplo, o teste de impacto lateral, relevante para avaliação da segurança para adultos e bebês.
A classificação da proteção infantil é oferecida por meio da avaliação do comportamento dinâmico dos Dispositivo de Retenção Infantil (DRI) no teste frontal e lateral, a capacidade do carro de instalar e fixar uma série de DRI – incluindo a cadeirinha- de forma correta, segura e com facilidade. Os carros são avaliados com estrelas, sendo máximo de segurança cinco e o mínimo 0.
Desde 2015, a legislação brasileira (por meio da Resolução 518 do Conselho Nacional de Trânsito), determinou novas regras para a fixação da cadeirinha infantil ou DRI. Com elas, o Isofix ou Latch passarão a ser obrigatórios para todos os veículos em território nacional. A decisão teve efeito gradual e, desde janeiro de 2018, todos os modelos derivados de novos projetos contam com um dos dois mecanismos. A adoção absoluta dos sistemas, para todos os veículos comercializados no país, deverá ocorrer até 2020.
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Segurança para além da cadeirinha: as notas dos demais carros brasileiros

Fonte: Auto Papo
Jornalismo Portal Panorama
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