Mulher é presa em Goiânia suspeita de aplicar golpe do novo número

Mulher é presa em Goiânia suspeita de aplicar golpe do novo número

1 semana atrás 0 Por Mayara Ferreira de Araújo

Uma mulher de 23 anos, foi presa suspeita de fazer parte de uma associação criminosa, destinada à prática de golpes de estelionatos contra ao menos cinco pessoas. O prejuízo ultrapassa R$ 29 mil. O cumprimento do mandato foi realizado pela Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC). O crime se trata do golpe “numero novo”, onde os criminosos se passam por familiares, para enganar as vítimas.

A ação faz parte da operação irmandade, que tem esse nome porque a irmã da suspeita também foi presa em flagrante pelo mesmo crime no final do mês passado, em 25 de junho.

Durante as investigações, foi possível vincular o envolvimento do grupo em pelo menos cinco outros crimes da mesma natureza no mês de junho, onde todas as vítimas residiam em Goiânia.

Vítimas

  1. Vítima mulher de 86 anos, crime ocorrido em 12/06, prejuízo de R$ 3.500,00
  2. Vítima mulher de 61 anos, crime ocorrido em 18/06, prejuízo de R$ 3.000,00
  3. Vítima homem de 74 anos, crime ocorrido em 22/06, prejuízo de R$ 2.500,00
  4. Vítima mulher de 60 anos, crime ocorrido em 24/06, prejuízo de R$ 4.989,00
  5. Vítima homem de 61 anos, crime ocorrido em 24/06, prejuízo de R$ 14.978,99

Em todos os casos, os criminosos usavam as fotos dos filhos das vítimas em perfis do aplicativo Whatsapp e pediam que o dinheiro fosse transferido, sob as mais diversas alegações. Os idosos, acreditando na conversa efetuaram as transferências.

Além da prisão, as contas bancárias de três pessoas foram bloqueadas, por solicitação judicial. Após o bloqueio, foi possível recuperar parcela do valor transferido pelas vítimas.

As investigações continuam no intuito de identificar demais criminosos beneficiários do esquema. A mulher foi encaminhada para p Presídio e encontra-se à disposição da Justiça.

Por Mayara Ferreira de Araújo
Foto Capa: DEIC
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