Milho teve preços de estáveis a mais altos diante de câmbio

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O mercado brasileiro de milho esteve lento nesta terça-feira e com preços de estáveis a mais altos em função do câmbio firme, que ajudou as cotações nos portos e nas praças. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, os negócios ficaram lentos diante da expectativa com a divulgação do edital do leilão de Pepro.

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O governo brasileiro prevê realizar ainda na primeira quinzena de agosto o primeiro leilão de apoio ao escoamento de milho nesta temporada, disse nesta segunda-feira (04) o ministro da Agricultura, Neri Geller. “No máximo até o dia 15 de agosto vamos fazer o primeiro leilão, porque sabemos a importância que tem dar sustentação ao preço nas regiões com maiores problemas logísticos”, disse o ministro Neri Geller a jornalistas no intervalo do 13 Congresso Brasileiro do Agronegócio.

O porto de Paranaguá teve preços em avanço, a R$ 24,80 contra R$ 24,20 de ontem. No Porto de Santos o preço ficou também em alta, a R$ 25,00 contra R$ 24,50 de ontem.

No estado do Paraná, a cotação comprador/vendedor em Cascavel ficou em estabilidade, a R$ 20/21,00. Em São Paulo, preço em leve valorização, a R$ 21/22,00 contra R$ 21,00 de ontem, na Mogiana. Em Campinas CIF, preço em ascensão, a R$ 24,50 contra R$ 24,00 de onetm. No Rio Grande do Sul, preço inalterado, a R$ 24/25,00, em Erechim.

Em Minas Gerais, preço em Uberlândia estável, a R$ 21,00. Em Goiás, preços com ganhos, a R$ 17/17,50 contra R$ 17,00 de ontem, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço com leves ganhos, a R$ 11,50/14,00 contra R$ 11/14,00 de ontem, em Rondonópolis.

CBOT

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações da terça-feira com preços em baixa. O mercado encerrou no território negativo, realizando lucros frente aos ganhos da sessão anterior e repercutindo o relatório de condições das lavouras norte-americanas de milho, divulgado ontem.

Conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com dados recolhidos até 03 de agosto, 73% das lavouras de milho norte-americanas se encontram em condições entre boas e excelentes. Segundo o USDA, 20% das lavouras estão em situação regular e 7% entre condições ruins a muito ruins. Na semana passada, os números eram de 75%, 19% e 6%, respectivamente.

As previsões da meteorologia indicando o retorno das chuvas nas regiões produtoras de milho do país também pressionaram os negócios, mantendo as lavouras em boas condições de desenvolvimento. A posição setembro finalizou cotada a US$ 3,56 1/4 por bushel, com queda de 2,50 centavos de dólar sobre o fechamento anterior. A posição dezembro finalizou cotada a US$ 3,67 1/4 por bushel, com baixa de 2,00 centavos.

CÂMBIO

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,92%, cotado a R$ 2,2810 na compra e a R$ 2,2830 na venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,2640 e a máxima de R$ 2,2880. (CBL)

FAEG

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