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Brasil registra quarto recorde consecutivo na produção de petróleo

A produção de petróleo do Brasil alcançou 4,711 milhões de barris por dia em setembro de 2026, registrando o quarto recorde mensal consecutivo. O volume representa alta de 2,1% em relação a agosto e crescimento de 20,3% na comparação com setembro de 2025. A produção de gás natural também atingiu recorde, com 223,98 milhões de metros cúbicos por dia.

Produção de petróleo do Brasil bate recorde pelo quarto mês consecutivo em setembro

Volume chegou a 4,71 milhões de barris por dia, alta de 20,3% em relação ao mesmo período de 2025; produção de gás natural também alcançou marca histórica.

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A produção de petróleo no Brasil atingiu um novo recorde em setembro de 2026, chegando a 4,711 milhões de barris por dia (bpd). O resultado representa o quarto recorde mensal consecutivo do país, segundo dados divulgados nesta terça-feira (3) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Na comparação com agosto, a produção apresentou crescimento de 2,1%. Em relação a setembro de 2025, o avanço foi ainda maior, de 20,3%, demonstrando a expansão da atividade petrolífera brasileira.

O desempenho reforça a sequência de resultados positivos do setor e coloca a produção nacional em um novo patamar histórico.

Produção de gás natural também bate recorde

Além do petróleo, a produção brasileira de gás natural também alcançou uma marca inédita em setembro.

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Foram registrados 223,98 milhões de metros cúbicos por dia, volume 1,6% superior ao de agosto e 17,5% maior na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Considerando petróleo e gás natural, a produção total do país chegou a 6,12 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).

Setor energético registra crescimento

Os números divulgados pela ANP mostram o avanço da produção brasileira de petróleo e gás natural, com recordes consecutivos no volume extraído.

O resultado de setembro confirma o crescimento da atividade no setor energético e reforça a importância da indústria petrolífera para a economia brasileira.

Os dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis nesta terça-feira (3).