A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas

14 de julho de 2014 0 Por Redação Portal PaNoRaMa

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O filme “A Culpa é das Estrelas” que já está nas telonas a mais de um mês com um público que não se cansa nem diminui, deve bater o recorde de público e na venda de ingressos.

A adaptação para o cinema do romance de enorme sucesso de John Green, foi milimetricamente arquitetada para fazer o espectador chorar litros e torcer pelo casal que inevitavelmente se apaixona enquanto a heroína Hazel Grace Lancaster, luta com um câncer terminal.

Shailene Woodley atua na medida certa e imprime densidade sem afetação em sua protagonista, assim a mesma cria uma empatia com Hazel, já que nela estão contidos os pensamentos mais sarcásticos sobre a sua visão de mundo.

Ansel Elgort é mais expansivo e extremamente carismático, o mesmo faz um ótimo trabalho interpretando o ultra eloquente, Augustus Watters.

A adaptação do filme foi maravilhosamente bem feita, muitas das frases foram reproduzidas exatamente como estava escrito no livro, o que deixou o filme tão bom quanto o romance escrito.

Os atores são absolutamente incríveis e a verdade é que assistir “A Culpa é das Estrelas” sem uma caixa de lenços ao lado é basicamente impossível, e não entrar em êxtase a cada coisa fofa que Ansel Elgort (Gus) faz (e vamos combinar que não são poucas), também é impossível.

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É um filme muito amadurecido quando comparado a alguns títulos do mesmo gênero, “A Culpa é das Estrelas” clama o valor da vida, mesmo em sua brevidade. O tom da história que oscila entre drama e romance são mantidos até o final.

O filme poderia cair na pieguice e exploração da doença como forma de manipulação barata. Portanto, os diálogos, as atuações, a qualidade técnica, incluindo a inserção de efeitos visuais, aliviam a trama. Como resultado, o longa é ao mesmo tempo fluido e emocionante.

Em fim é um filme que consegue prender a atenção, arrancando sorrisos e lágrimas, conforme estrategicamente planejado. O mesmo não só discute as limitações da vida e a importância de seu aproveitamento, como também o encantamento do primeiro amor.

Nayara Borges – Site PaNoRaMa