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Atualização de decreto do governo amplia funcionamento do comércio em Goiás; veja o que muda

Governador Ronaldo Caiado durante coletiva em Goiás (Foto: Lucas Diener)
Borracharias, oficinas e restaurantes e lanchonetes de rodovias podem voltar a abrir; também será permitida hospedagem para aqueles que atuem na prestação de serviços públicos ou atividades consideradas essenciais

Atualização do decreto do governo estadual sobre as regras para funcionamento das empresas foi publicado na noite desta quinta-feira (26). Foi acrescentado que, a partir de agora, borracharias, oficinas, restaurantes e lanchonetes em rodovias podem voltar a funcionar. As oficinas mecânicas e borracharias funcionarão em regime de revezamento a ser estabelecido pelos municípios do Estado.

Também foi acrescido no decreto que está permitido o funcionamento de pousadas e hotéis para atender exclusivamente aqueles que atuem na prestação de serviços públicos ou atividades privadas consideradas essenciais. O primeiro decreto foi publicado no dia 19 de março e de lá para cá passou por algumas alterações. Segundo o governador, o isolamento social está mantido no Estado para evitar o aumento de casos de coronavírus em Goiás.

No dia 20 de março, outra alteração no decreto definiu a limitação de passageiros nos ônibus do transporte coletivo. Neste decreto existe a lista dos empreendimentos que podem ou não abrir.

Desde o dia 20, também existem restrições para a indústrias por 15 dias. O texto deixou as orientações mais claras, com ressalva apenas atividades econômicas essenciais para a manutenção da “segurança alimentar, hospitalar e pública”. O texto já era complementar aos decretos anteriores e proíbe, desde então, o trabalho presencial em empresas privadas de toda a cadeia produtiva, estabelecendo exceções.

Podem funcionar aquelas que produzem medicamentos, materiais hospitalares, alimentos, produtos de higiene e limpeza, gás de cozinha, combustíveis, rações animais, produtos agropecuários, sistema bancário e financeiro, portarias e vigilância patrimonial, transporte (público, táxi e aplicativos), lavanderias hospitalares, hospitais, laboratórios de exames clínicos e imagem, dentistas para atendimentos de urgência.

O Popular / Foto: Lucas Diener

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Alex Alves

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