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VÍDEO| Golpe em leilão de gado leva Polícia Civil a prender três pessoas em Goiás

Polícia Civil de Goiás desarticula grupo suspeito de aplicar fraudes em leilões de gado e cumpre mandados judiciais durante operação.

A Polícia Civil de Goiás deflagrou, na sexta-feira (13), uma operação para combater crimes relacionados à venda fraudulenta de gado em leilões realizados no Norte do Estado. A ação partiu da Delegacia de Polícia de São Miguel do Araguaia, vinculada à 21ª DRP.

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Mandados de prisão e busca

A 21ª Delegacia Regional de Polícia, sediada em Nova Crixás, coordenou a operação e recebeu apoio da 18ª Delegacia Regional de Uruaçu. Durante a ofensiva, as equipes cumpriram três mandados de prisão contra investigados e executaram sete mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça.

Além disso, os policiais recolheram documentos nas residências dos suspeitos. O material deve auxiliar na análise da movimentação financeira, na comprovação da dinâmica criminosa e na identificação da participação individual de cada envolvido. Também apreenderam armas de fogo e munições, que passarão por perícia.

Como funcionava o esquema

Conforme as investigações, o grupo estruturou um esquema para aplicar fraudes em leilões pecuários. Os investigados aproveitavam a credibilidade e a aparência de regularidade das negociações para enganar as vítimas. Em seguida, adquiriam os animais com meios de pagamento que depois se revelavam fraudulentos.

Assim, conseguiam retirar e transportar o gado sem efetuar o pagamento real. Logo após a negociação, transferiam rapidamente os semoventes para outras propriedades. Dessa forma, dificultavam o rastreamento e a recuperação dos animais.

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A Polícia Civil identificou indícios de atuação coordenada entre os suspeitos, com divisão de tarefas e estratégias voltadas à ocultação da origem dos bens. O esquema operava em um leilão realizado no município de Mundo Novo.

Bloqueio de bens e reforço operacional

Por fim, a Justiça determinou o bloqueio de bens pertencentes aos investigados. A medida busca garantir futura reparação dos prejuízos sofridos pelas vítimas e fortalecer a responsabilização penal.

A operação contou ainda com apoio da CORE/GT3, da Divisão de Operações Aéreas e do GEIC de Águas Lindas.