Gildenicio vereador

Foto: Vânia Santana / CMJ

Ele reclama o direito de ser ouvido em seu processo e disse que está sendo perseguido pelos vereadores do PSDB que compõem o Conselho de Ética da Câmara Municipal

O vereador Gildenício Santos (MDB) está respondendo a um processo ético disciplinar pelo Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, que pode levar a cassação de seu mandato.

Na última semana, o relatório de seu processo por parte do Conselho foi aprovado por dois membros da mesma, os vereadores Pastor Luís Carlos e Thiago Maggioni, ambos do PSDB. Já o vereador Major David Pires (PP) havia votado contra a apreciação do plenário, defendendo que vícios no processo deveriam ser corrigidos.

Hoje (22), o relatório deveria ser encaminhado para votação em plenário, mas o processo acabou sendo suspenso por decisão judicial favorável ao mandado de segurança impetrado pelo acusado.

Leia mais: Mandado de segurança: Juiz suspende processo ético disciplinar contra o vereador Gildenício Santos

Ontem (21), em entrevista à Rádio Difusora, o vereador Gildenício afirmou estar sendo injustiçado e perseguido. Isso porque, o mesmo não teve a oportunidade de ser ouvido, juntamente com suas testemunhas.

“Estou perplexo com a forma do andamento do meu processo no Conselho de Ética. Não tive a oportunidade de ser ouvido e nenhuma das minhas testemunhas foi ouvida”, comentou o parlamentar.

Ele afirma que no dia marcado de sua audiência, precisou se ausentar por motivos de saúde comprovado por atestado, e que, desde então, o processo seguiu normalmente sem abertura de novo prazo para ouvi-lo.

“Não sei a quem interessa não me ouvir, e não ouvir as minhas testemunhas. Muito estranho a pressa dos dois vereadores do PSDB. Parece-me uma perseguição política sem precedentes”, elenca Gildenício.

De acordo com o vereador, a perseguição se tornou perceptível quando ele assinou a CPI da Saúde. Por fim, ele se declarou inocente e destacou que prestará os devidos esclarecimentos à população jataiense quando puder ser ouvido.

“Espero justiça”, finalizou.

Larissa Pedriel
Foto Capa: Vânia Santana/CMJ
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