De acordo com o Ministério da Saúde, as mulheres são a maioria da população brasileira e as principais usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS). Frequentam os serviços de saúde para o seu próprio atendimento mas, sobretudo, acompanhando crianças e outros familiares, pessoas idosas, com deficiência, vizinhos, amigos. São também cuidadoras, não só das crianças ou outros membros da família, mas também de pessoas da vizinhança e da comunidade.

O Programa Saúde da Mulher, realizará no próximo sábado (08), o dia D da Campanha de Prevenção do Câncer do Colo do Útero. O Dia D da campanha tem como objetivo incentivar as mulheres sobre a detecção precoce do câncer.

O dia D será realizado na UBS (Postinho-Mini Hospital) da Avenida Goiás, das 08h às 16h para mulheres entre 25 e 64 anos. As interessadas devem levar documentação, sendo Documentos Pessoais; Cartão SUS e Comprovante de Endereço.

Para garantir que o resultado seja o mais correto possível, a mulher deve, nas 48 horas anteriores à realização do exame:

  • Abster-se de ter relações sexuais (mesmo com camisinha);
  • Evitar o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais (por exemplo, espermicidas);
  • Não realizar exame ginecológico com toque, ultrassonografia transvaginal e/ou ressonância magnética da pelve.

A mulher que vai se submeter ao exame não pode estar menstruada, pois o resultado pode ser alterado se houver presença de sangue. Mulheres que estejam grávidas também podem se submeter ao exame, sem riscos de saúde para ela ou para o bebê.​

Os exames devem ser feitos com a periodicidade disposta abaixo (como estabelecido em 2009 pelo Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia):

  • Primeiro exame aos 21 anos;
  • Uma vez a cada dois anos, a partir de então, até os 29 anos.
  • A partir dos 30 anos, se você tiver três exames consecutivos normais (negativo), pode ser realizado a cada três anos.
  • Encerrar a realização dos exames: de 65 a 70 anos, nas mulheres que tiveram três exames negativos consecutivos e nenhum resultado anormal nos últimos dez anos. Exceções: portadoras do HIV, mulheres com depressão imunológica, história de NIC-I ou NIC-II e aquelas com muitos parceiros sexuais.

Essas indicações não precisam ser seguidas à risca e cabe ao seu médico ginecologista alterá-las se considerar necessário, caso a caso. Considera-se a necessidade da realização de exames mais precocemente ou com maior frequência, por exemplo, em pacientes portadores de HIV ou HPV, imunossuprimidos, que não utilizam métodos de proteção (camisinhas), têm múltiplos parceiros sexuais, fazem uso prolongado de anticoncepcionais orais, são tabagistas e/ou têm má higiene íntima.

Foto: Divulgação

Fonte: COMUNICAÇÃO/PMJ
Jornalismo Portal Panorama

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