Goiás sai da zona amarela de risco após queda na ocupação de UTIs para covid

Goiás sai da zona amarela de risco após queda na ocupação de UTIs para covid
Paciente curada da Covid-19 deixando hospital após 56 dias de internação (Foto: Divulgação - Hmap)

Goiás entrou para a zona verde no mapa de classificação da Fiocruz da taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 dos Estados. A melhora se deu em razão da queda da porcentagem de leitos de UTI ocupados no estado, que conforme a Fiocruz caiu de 62% na última semana para 52% nesta. Com isso, apenas Roraima e Rio de Janeiro se encontram nas zonas vermelha e amarela, com 82% e 66% de taxa, respectivamente.

No boletim divulgado hoje (9), a Fiocrux verificou ter havido uma queda nas taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no SUS em praticamente todo o país. Goiás foi um dos estados que mais apresentou melhora, uma vez que já chegou a vigorar, junto com o Distrito Federal, como o único estado do país na zona vermelha – taxa de ocupação de leitos acima de 80% – em agosto deste ano.

Goiás também apresentou melhora em relação à última semana. Conforme o boletim anterior da Fiocruz, o estado ainda vigorava na zona amarela com uma taxa de ocupação de 62%. No entanto, esse número caiu para pouco mais de 50% no boletim atual. A reportagem do portal verificou junto a dados da Secretaria de Saúde (SES) que 51% dos leitos de UTI do Estado para pacientes com Covid-19 estavam ocupados no início da noite desta quinta-feira.

Melhora na taxa de ocupação de leitos de UTI acompanha avanço da vacinação contra Covid-19

Para especialistas, a queda na porcentagem de leitos de Covid-19 ocupados em Goiás é um reflexo do avanço da campanha de vacinação contra o coronavírus no estado. Até o momento, 6,3 milhões de doses já foram aplicadas – sendo 4,3 milhões na primeira dose e 2,2 milhões para a segunda dose ou dose única.

Em entrevista recente ao portal, o médico infectologista Marcelo Daher afirmou já ter constatado uma queda no número de óbitos e internações pela Covid-19. Além disso, a aplicação da dose de reforço em idosos (ou terceira dose), que começou em Goiás no final de agosto deste ano, é um fator essencial de redução de contaminações e mortes. “A aplicação de dose de reforço é pra diminuir não só doença, mas diminuir mortalidade. já temos alguns dados mostrando que a proteção cai ao longo do tempo. A gente vacinando antecipadamente, teria uma proteção maior”, disse o médico.

Fonte: Mais Goiás
Foto Capa: Divulgação – Hmap
Jornalismo  Portal Panorama
panorama.not.br

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Redação Portal PaNoRaMa

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