Goiás reforça combate à influenza aviária com novos EPIs e insumos
O Governo de Goiás adquiriu novos equipamentos de proteção individual (EPIs) e insumos operacionais para fortalecer o combate à influenza aviária de alta patogenicidade. A ação ocorre por meio da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa).
O investimento supera R$ 160 mil. Além disso, a medida busca ampliar a vigilância sanitária, proteger servidores e preservar a saúde pública.
Segundo o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, a iniciativa reforça o preparo da Agência diante de emergências sanitárias. Dessa forma, o Estado garante respostas rápidas e técnicas em situações de risco à avicultura.
Já o diretor de Defesa Agropecuária, Rafael Vieira, explica que as equipes atuam em fiscalizações, coletas e monitoramento de granjas. Além disso, realizam ações de contenção e desinfecção quando necessário. Por isso, o uso de EPIs é essencial para evitar contaminações.
Enquanto isso, o diretor de Gestão Integrada, Renan Willian Martins, destaca que o suporte administrativo é decisivo para o sucesso das ações. Segundo ele, o investimento fortalece a estrutura da defesa agropecuária e protege a economia goiana.
Materiais adquiridos
Entre os itens estão máscaras, macacões, luvas, chapéus, aventais e botas plásticas. Também foram comprados testes de esterilização, baldes, escovas, caixas multiuso e caixas frigoríficas. Além disso, a lista inclui bandejas, lavadoras de alta pressão, mangueiras, pulverizadores, reservatórios, bombonas, mesas, cadeiras, luminárias de emergência, garrafas térmicas e tendas.
De acordo com a gerente de Compras e Apoio Administrativo, Ivone Pereira Miranda, a agilidade no processo foi prioridade. Assim, as equipes não ficaram desassistidas em situações emergenciais.
Contenção de foco
Em junho de 2025, a Agrodefesa confirmou e erradicou um foco de influenza aviária em aves de subsistência em Santo Antônio da Barra, no Sudoeste Goiano. A ação ocorreu sob coordenação do Centro de Operações de Emergência Zoossanitária (Coezoo).
Além disso, houve apoio da Defesa Civil, da Segurança Pública, da Secretaria da Saúde, da Secretaria da Educação e das prefeituras de Rio Verde e Santo Antônio da Barra.
Para a gerente de Sanidade Animal, Denise Toledo, o resultado positivo veio do trabalho integrado. Segundo ela, o cumprimento do Plano de Contingência garantiu segurança às criações da região. Além disso, a disponibilidade de equipamentos assegurou proteção aos servidores.
A influenza aviária é doença de notificação obrigatória à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Portanto, surtos podem levar à eliminação de plantéis e à imposição de barreiras sanitárias. Como consequência, há impactos diretos na produção, no comércio e na economia.
Por Gessica Vieira
Foto: Reprodução
Jornalismo Portal Pn7
Share this content:

