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CPMG Nestório Ribeiro é pago? Ana Kátia responde!

Nesta quarta-feira (09), Ana Kátia Ferreira de Assis, presidente da Associação de Pais e Mestres do CPMG Nestório Ribeiro – ASPM, esclareceu dúvidas pertinentes...

Colunista: Bruna Ferreira de Assis

Início de ano e volta às aulas são temáticas inseparáveis, pois momento de conhecer escolas para o ano letivo, bem como realizar matrículas. Com isso, assunto que sempre gera controvérsia refere-se às contribuições dos Colégios Militares, tendo em vista o direito constitucional à educação pública, gratuita e de qualidade. Afinal, o CPMG Nestório Ribeiro é pago?

Nesta quarta-feira (09), Ana Kátia Ferreira de Assis, presidente da Associação de Pais e Mestres do CPMG Nestório Ribeiro – ASPM, esclareceu dúvidas pertinentes sobre a matéria, explicando que não há qualquer tipo de cobrança compulsória realizada pela instituição de ensino, de maneira que a entrada e a permanência de nenhum aluno está condicionada ao pagamento de valores.

Para a efetivação dos objetivos sociais, culturais e educativos pretendidos pela entidade educacional, complementa-se os recursos por meio da Associação de Pais e Mestres, de natureza jurídica privada e sem fins lucrativos, que colabora no sentido de, voluntariamente, recolher contribuições mensais dos responsáveis pelos alunos do Colégio, cuja arrecadação é toda devolvida a comunidade local através de investimentos e benfeitorias tanto de infraestrutura quanto em projetos pedagógicos.

Portanto, são os pais e a sociedade que se organizam em Assembleias e, juntos, discutem e decidem sempre privilegiando e investindo em educação, possibilitando inúmeros projetos de aprendizagem no contra turno, incentivo esportivo, assim como infraestrutura, entre outros.

A presidente assevera, em toda a entrevista, que são contribuições de natureza voluntária que, inclusive, não precisam ser necessariamente pecuniárias, podendo realizar-se através de prestação de serviços, caso os pais queiram e possam. Contudo, na falta do engajamento entre sociedade, Estado e Polícia Militar, infelizmente, o projeto CPMG, que é modelo, resta comprometido.

Ana Kátia encerra elucidando a seguinte mensagem: “para nós que trabalhamos lá, que temos nossos filhos e netos, é muito mais do que um Colégio, é um projeto que trabalha para a formação do cidadão consciente. Tudo isso é muito importante. A contribuição é que faz a diferença!”

Bruna Ferreira de Assis
Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás
Pós-Graduanda em Direito Eleitoral pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Advogada

Foto Capa: Bruna Ferreira de Assis
Jornalismo Portal Panorama

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