Anvisa manda recolher sal, doce de leite e azeite; confira as marcas

Anvisa manda recolher sal, doce de leite e azeite; confira as marcas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quinta-feira (22/1), no Diário Oficial da União (DOU), medida que determina o recolhimento do sal marinho grosso iodado da marca Marfim, do doce de leite em pedaços da marca São Benedito e do azeite de oliva extravirgem da marca Terra das Oliveiras.

Segundo a agência, o lote do sal Marfim foi suspenso após laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) reprovar o produto no teste de teor de iodo. A Anvisa destaca que o iodo é um mineral essencial adicionado ao sal de cozinha para prevenir deficiências nutricionais, que podem provocar aumento da tireoide e comprometer o desenvolvimento do feto durante a gestação, entre outros riscos à saúde.

Já o doce de leite São Benedito, fabricado em 25 de junho de 2025, teve a distribuição e o consumo suspensos após a constatação de falta de identificação do lote e reprovação no teste de determinação de ácido sórbico, também realizado pelo Lacen-DF. O componente é um conservante autorizado pela legislação sanitária, utilizado para evitar a proliferação de microrganismos e a deterioração dos alimentos.

No caso do azeite de oliva extravirgem Terra das Oliveiras, a Anvisa proibiu a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a divulgação e o consumo devido à origem desconhecida do produto. O item vinha sendo comercializado, inclusive, em plataformas de e-commerce, como a Shopee.

A agência também alertou que a empresa JJ – Comercial de Alimentos Limitada, CNPJ 37.815.395/0001-90, informada no rótulo como importadora responsável pela produção do azeite, teve o CNPJ extinto em 8 de janeiro de 2025, após encerramento voluntário de suas atividades.

Em nota de esclarecimento, a Doces São Benedito informou que a suspensão ocorreu de forma preventiva em um lote específico devido a uma divergência técnica na identificação e nos índices de ácido sórbico. A empresa afirmou ainda que colaborou com os órgãos competentes, ajustou seus processos internos e reforçou que o uso do conservante é permitido pela legislação e visa garantir a segurança do alimento.

Por Gessica Vieira
Foto: Reprodução
Jornalismo Portal Pn7

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Gessica Vieira

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