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VÍDEO | Café, exportações, mulheres no agro, chuva e arroz são destaques

A safra brasileira de café deve alcançar 67,6 milhões de sacas em 2026, enquanto as exportações do país cresceram 10,4% entre janeiro e setembro. O agronegócio também acompanha o avanço da participação feminina na gestão rural, a previsão de mais chuvas no Brasil e a perda de ritmo nas negociações do arroz. Roteiro - 09-10-2026 · AgroBr -…

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Café, exportações, mulheres no agro, chuva e arroz movimentam o agronegócio

A produção, o comércio exterior, o clima e o mercado de alimentos movimentam o agronegócio brasileiro neste momento.

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A safra de café de 2026 deve alcançar 67,6 milhões de sacas, o maior volume da série histórica. O resultado representa crescimento de 19,6% em relação ao ano anterior.

No Sul e Centro-Oeste de Minas Gerais, a produção de café arábica está estimada em 15,93 milhões de sacas. Mesmo com a safra recorde, os produtores já voltam a atenção para a implantação e renovação das lavouras, com cuidados relacionados ao solo, raízes, mudas, água e nutrição.

No comércio exterior, as exportações brasileiras cresceram 10,4% entre janeiro e setembro de 2026, alcançando US$ 284,65 bilhões.

A Índia foi um dos principais destaques, com crescimento de 85,5% nas compras de produtos brasileiros. As vendas para a Europa aumentaram 20,2%, enquanto Oceania, América Central e Caribe e África também registraram crescimento.

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Ao mesmo tempo, as exportações para os Estados Unidos caíram 6,5%, e as vendas para a Argentina recuaram 18,5%. A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 62,4 bilhões em 2026.

Outro movimento importante está na participação das mulheres no agronegócio. Elas representam 40% dos 10,7 milhões de decisores rurais identificados no levantamento.

A formação profissional também avançou. Entre as mulheres entrevistadas, 77% possuem ensino superior completo e 46% têm pós-graduação. Em 2015, os índices eram de 60% e 24%, respectivamente.

Os números mostram uma participação cada vez maior das mulheres na gestão, na tomada de decisões e nos espaços de liderança do campo.

Na previsão climática, a segunda quinzena de outubro deve registrar aumento da frequência das chuvas em diferentes áreas do Brasil. A tendência é de avanço das precipitações pelo Centro-Oeste e, posteriormente, maior presença de umidade em áreas do Matopiba.

Mesmo com a possibilidade de mais chuva, a distribuição não deve ser uniforme. O cenário também pode alternar períodos de calor intenso e precipitações, exigindo atenção dos produtores no planejamento das atividades agrícolas.

Já no mercado de arroz, as negociações perderam ritmo no início de outubro após um período de alta nas cotações do arroz em casca no Rio Grande do Sul.

A retração de parte dos compradores e a redução da demanda pelo arroz beneficiado diminuíram a movimentação. Alguns negócios foram adiados, enquanto o excesso de chuvas também limitou os trabalhos no campo no final de setembro.