Preço de remédios populares é afetado pela inflação e o aumento deve chegar a até 190% a partir desta quinta-feira, (31)

Preço de remédios populares é afetado pela inflação e o aumento deve chegar a até 190% a partir desta quinta-feira, (31)

Devido à redução do chamado subsídio fornecido pelo governo, os remédios custarão ainda mais caro a partir desta quinta-feira, 31.

O resultado do aumento será a redução dos descontos oferecidos no varejo, e ainda os impactos que a indústria farmacêutica sofre por outros custos, como a desvalorização do real frente ao dólar e o preço da energia.

A parte que era paga pelo Ministério da Saúde tinha a função justamente de deixar o preço dos remédios mais em conta, no entanto, tudo que o consumidor temia nessa época, acabou acontecendo. Estão mais caros medicamentos para rinite alérgica e até para osteoporose.

Em alguns medicamentos do programa Farmácia Popular, o impacto para o consumidor é expressivo. O alendronato de sódio, para osteoporose, sofreu reajuste de 34%. A sinvastatina, que é para o colesterol, teve um reajuste de 193%. Antes o consumidor pagava R$ 1,50, agora passou para R$ 4,40. A budesonida, remédio para asma, passou de R$ 8,64 para R$ 13,34.

O Ministério da Saúde informou que os preços de quatro medicamentos foram renegociados com a indústria farmacêutica, mas que isso não implica em repasse automático para os consumidores e que o governo conseguiu garantir que outros produtos tivessem os valores reduzidos, como fraldas geriátricas e anticoncepcionais.

De acordo com a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), pelo menos 75% da população contam com próprios recursos para a compra de remédios. Com a elevação dos preços, o desafio ao acesso do produto será maior.

Como o acesso ao medicamento ficará mais difícil. O consumidor terá que se defender de alguma forma, fazendo pesquisa de preços, uma vez que os valores variam muito com desconto ou trocando marcas. Além de pesquisar, é recomendado solicitar ajuda de médicos na indicação de remédios mais baratos para que seja possível compra-los.

A boa notícia é que o consumidor continua levando de graça os remédios para pressão alta, diabetes e asma do programa Farmácia Popular, sendo necessário apenas apresentar a receita médica.

Nayara Borges
Jornalismo Site Panorama

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Redação Portal PaNoRaMa

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