VÍDEO| Nikolas Ferreira inicia caminhada até Brasília em protesto político
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou nesta segunda-feira o início de uma caminhada de sete dias do interior de Minas Gerais até Brasília em resposta ao que classificou como “prisões injustas” relacionadas aos atos de 8 de janeiro e à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. O trajeto teve início no município de Paracatu, próximo à divisa com Goiás, e prevê cerca de 240 quilômetros até a capital federal.
A iniciativa foi divulgada por meio de um vídeo publicado nas redes sociais do parlamentar. Na gravação, Nikolas afirmou que decidiu realizar o percurso como um ato simbólico para chamar atenção para o que considera excessos por parte do governo federal e do Supremo Tribunal Federal.
“Eu, como deputado federal, junto a outros deputados e senadores, fico com o mesmo sentimento de vocês diante das prisões injustas do 8/1 e a própria prisão do ex-presidente Bolsonaro. Tenho orado para que Deus me desse uma ideia sobre o que fazer e decidi caminhar até Brasília para trazer luz aos fatos que estão acontecendo”, declarou.
Segundo o deputado, a mobilização, intitulada “Caminhada pela liberdade e justiça”, também tem como objetivo “dar esperança para aqueles que já desistiram”. Ele comparou a iniciativa aos protestos realizados em 2016 pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).
Nos stories do Instagram, Nikolas mostrou o início do percurso no quilômetro 30 da BR-040, na altura de Paracatu. Nas imagens, ele aparece vestindo calça jeans, tênis preto e camisa branca, acompanhado por pelo menos outros três homens. A previsão é chegar a Brasília até domingo.
Até o fim da tarde desta segunda-feira, os deputados André Fernandes (PL-CE) e Gustavo Gayer (PL-GO) haviam se juntado à caminhada.
O anúncio ocorre uma semana após Nikolas divulgar um vídeo com novas acusações de que o governo federal estaria monitorando e pretendia tributar transações via Pix, repetindo estratégia adotada por ele no início de 2025 que impactou a popularidade da gestão Lula. As informações foram desmentidas pela Receita Federal e por órgãos do governo, além de criticadas pelo presidente durante agenda no Rio de Janeiro na última sexta-feira.
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